Plano de lubrificação garante baixo custo e alto desempenho dos equipamentos

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Plano de lubrificação garante baixo custo e alto desempenho dos equipamentos

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Plano de lubrificação garante baixo custo e alto desempenho dos equipamentos

A manutenção de máquinas e equipamentos exige atenção a procedimentos específicos e requer um controle de todas as atividades que devem ser feitas periodicamente. No Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos (Abraman), 28,69% das manutenções são corretivas, percentual muito acima do ideal, definido pela National Manufacturing Week Conference World Class Maintenance (USA), que recomenda um limite máximo de 10% para este tipo de manutenção!

Por outro lado, a boa notícia é que as manutenções preventivas são maioria e já representam 36,27%, mostrando que as empresas estão no caminho certo, mas ainda assim há muito a ser feito. Para garantir uma maior eficácia das máquinas, visando também a redução dos custos de correção, é fundamental que as organizações priorizem a manutenção preventiva e, nesse processo, deem atenção à lubrificação dos equipamentos, evitando o desgaste prematuro de suas respectivas peças.

O que é lubrificação e qual a sua importância?

A lubrificação é um procedimento que consiste na aplicação de óleo ou uma graxa apropriada, com o objetivo de reduzir o atrito e o desgaste entre duas ou mais superfícies sólidas, separando-as parcialmente ou completamente, por um tênue filme lubrificante. Além disso, a camada lubrificante também retira do sistema o calor e os detritos gerados na interação das superfícies. Um processo de lubrificação benfeito diminui o desgaste das peças e aumenta a disponibilidade das máquinas. Com tantas vantagens, a lubrificação preventiva deve ser uma das atividades previstas do plano de manutenção e deve fazer parte da rotina da equipe. Quando feita no tempo certo, a lubrificação contribui para garantir a disponibilidade das máquinas, otimizar os processos e assegurar a qualidade dos produtos.

Como funciona o processo de lubrificação?

O lubrificante reduz o atrito entre as superfícies, facilitando o movimento e permitindo o controle do desgaste e do consumo de energia. De modo geral, a lubrificação industrial trabalha com quatro tipos de lubrificantes:

  • Lubrificantes oleosos;
  • Líquidos e fluídos lubro-refrigerantes (emulsões);
  • Lubrificantes graxosos;
  • Lubrificante pastoso;
  • Lubrificante seco (pó ou verniz).

É preciso escolher o mais adequado para a lubrificação de cada equipamento, e ter o cuidado de fazer o uso correto, observando as quantidades, os períodos de “relubrificação” e a compatibilidade. Como cada máquina e seus componentes requerem lubrificantes diferentes, por isso é fundamental conhecer todos os tipos e a aplicabilidade de cada um.

Dependendo da máquina, o lubrificante atua de forma distinta. Em motores e mancais é usado para controlar a temperatura, enquanto em equipamentos elétricos e motores pode isolar correntes elétricas.

Para a lubrificação de um mancal de rolamento, por exemplo, a graxa à base de sabão metálico de lítio NLGI- 2 (consistência 2) é a mais utilizada. Mas não é só isso. Essa peça demanda alguns cuidados específicos, e a quantidade quantidade de graxa deve preencher no mínimo ⅓ e no máximo a ⅔ dos espaços vazios do rolamento. O excesso de graxa provoca um aumento da temperatura de operação do mancal, que não deve ultrapassar a 90°C. Por isso atenção e cuidado às especificidades de cada máquina, conjuntos e subconjuntos é essencial.

Ufa! Como você viu no exemplo acima, são muitas informações que um gestor de manutenção precisa organizar, para que seja possível dar andamento ao processo de lubrificação preventiva. É preciso que a equipe de manutenção tenha um base de dados completa sobre as máquinas, seus conjuntos e subconjuntos, incluindo detalhes sobre material, quantidade, cuidados e periodicidade Com essas informações, os profissionais responsáveis pela lubrificação industrial têm condições de fazer um trabalho com respaldo, cientes das condições da peça, das intervenções que podem ser necessárias diante do uso excessivo de óleos ou graxas no processo e dos cuidados requeridos na lubrificação de peças em condições de severidade.  

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Como manter um bom plano de lubrificação?

Neste cenário, para organizar a manutenção, o desafio é planejar e programar a lubrificação preventiva, para que esta seja feita em todas as máquinas e peças, de acordo com a necessidade e as indicações dos fabricantes. Ao desenhar o plano de lubrificação, o profissional deve levar em conta a realidade da empresa, apresentando:

  • Mapeamento das máquinas;
  • Identificação dos pontos a serem lubrificados;
  • Definição do lubrificante de cada ponto;
  • Mapeamento das falhas de lubrificação;
  • Definição de rotas inteligentes (elaboradas de acordo com o layout das máquinas, sua disponibilidade, frequência de aplicação e tempos de deslocamento e lubrificação, para orientar a execução do plano);
  • Definição de indicadores que pautam o trabalho, por exemplo, periodicidade de substituição de lubrificantes e dimensionamento de mão de obra.

Com o desenvolvimento do plano de lubrificação, o gestor passa a ter um roteiro detalhado e preciso para a realização das lubrificações, e a equipe de manutenção tem, em um só documento, todas as informações necessárias para executar a lubrificação da melhor forma possível, sem deixar os equipamentos vulneráveis a possíveis falhas prematuras. Assim, a lubrificação da máquina e das peças deixa de ser apenas um procedimento de rotina e transforma-se em uma ferramenta para garantir redução de custo, produtividade e qualidade!

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